Entrevistas
Fernando Ferreira Franco

Seu nome é Fernando Ferreira Franco, é um carioca, descendente de portugueses, de 72 anos. Casado, pai de três filhos, morou por muito tempo em Ipanema, estudou nos Colégios Guanabara e Rio de Janeiro e gostava de fazer educação física. Nas horas de lazer, jogava futebol e vôlei de praia. Economista aposentado da Petrobras, é formado em Economia pela Faculdade de Ciências Econômicas da UFRJ e em Administração pela Faculdade Moraes Junior.

Por que o senhor procurou a academia?
Vim fazer fisioterapia no joelho porque não conseguia agachar até o final e incomodava um pouco. Na verdade, tive uma ruptura do menisco e era caso de cirurgia. Se fosse o caso de não poder caminhar, eu tinha operado logo, evidentemente, mas eu estava caminhando e fazendo determinadas posições, então, decidi não operar.

Nos primeiros dias de exercícios o joelho incomodava muito?
Sim. Incomodava muito, principalmente nos exercícios de agachamento.

Quando foi que o senhor começou a notar melhoras?
Demorou dois meses para que eu começasse a perceber uma evolução. Foram quatro meses de fisioterapia, fazendo sempre três vezes por semana.

Como o senhor ficou sabendo da academia do Prof. Fernando Pinduka?
Através do meu filho Marcos que freqüenta a academia.
 
www.fernandopinduka.com                email: fernandoprof@fernandopinduka.com
Hoje o Marcos é faixa marrom. Como pai, o senhor notou alguma mudança física ou de comportamento depois que ele passou a freqüentar a academia?
O Marcos sempre foi uma boa pessoa. Graças a Deus sempre tive muita sorte com meus filhos, sempre foram pessoas boas. Ele continua o mesmo, evidentemente que ficou mais forte. Ele sempre fez muito surf, também.

O que o senhor acha da violência na cidade do Rio de Janeiro hoje em dia?
A cidade está muito violenta, está na cara. Todos os dias a violência está nos jornais e nos programas de Tv. Os casos de violência surgem a toda hora.

O senhor notou alguma diferença ou notou esforço da Prefeitura em diminuir a violência durante os Jogos Pan-Americanos?

Particularmente, para ser sincero, eu tenho visto a violência pelos jornais e pela televisão. Graças a Deus, não tenho visto nada onde moro. E pelo Pan-Americano, acompanho o que os jornais e TVs dizem, realmente não notei muita diferença.

Falando de jogos Pan-Americanos, o senhor assistiu algum jogo?
Eu assisti alguns jogos. Gostei do futebol feminino, do vôlei de praia. Eu gosto de vôlei de praia e do nado sincronizado, gostei muito de assistir.

Teve algum esporte, em particular, que chamou mais atenção?
O futebol feminino. Não só pelo futebol em si, mas pelo conjunto no Maracanã. Aquele pessoal todo em congraçamento, crianças, pais, mães, avós, isso foi o diferente. Foi o que deu um realce. A festa ficou mais bonita.

O que o senhor faz para se sentir bem?
Eu procuro atender meus filhos, meus netos, dentro das minhas possibilidades. Atender minha mulher, me dou muito bem com a minha mulher. Sou um cara muito ligado à família, tenho três filhos e sete netos. Todo sábado eu reúno a família no almoço, quando muitas vezes aparecem os primos e os sobrinhos. O ambiente é totalmente familiar, e eu procuro mostrar para eles que a família é muito importante.

Agora um rápido bate-bola.

Prato predileto:
Antigamente, quando era jovem, eu gostava muito de comer carne, churrasco e tudo, mas normalmente agora eu me dou muito bem com verduras, legumes e frutas. Tendo um almoço com verduras, legumes, frutas e iogurte, está muito bem. São meus preferidos.

Um filme:
"E o Vento Levou". Lembro-me muito bem e me marcou muito. No cinema eram quatro horas de projeção. Assistia duas horas, parava por quinze minutos para intervalo e mais duas horas de sessão. Antigamente gostava muito de comédias francesas. Agora, de um modo geral, os filmes são de violência, drogas, sexo e isso para mim não diz nada.

Um livro:
O Tempo e o Vento, de Érico Veríssimo.

Uma mensagem:
Não tenho nada em particular para falar, mas estou muito satisfeito de estar em convívio com o pessoal daqui da academia. Gosto muito do Fernando Pinduka, uma pessoa muito boa. Eu também sou uma pessoa do bem.